O Open Finance Brasil completa cinco anos em fevereiro de 2026 como a maior infraestrutura de compartilhamento de dados financeiros consentidos do país: mais de 100 milhões de clientes e contas, 154 milhões de consentimentos ativos e alta de 143% entre 2024 e 2025 (ANBC/Banco Central; Pluggy; Febraban, 2026). Desde fevereiro de 2026 a portabilidade de crédito é 100% digital, o que muda a economia de risco para credor e tomador. Mas consentimento não é o dado todo: a DataHub complementa o ecossistema com cadastro, renda presumida e histórico, por API, sob LGPD.

5 anos em números

Em cinco anos o Open Finance deixou de ser piloto regulatório para virar infraestrutura de mercado. Os números de fevereiro de 2026 mostram adoção em escala: mais de 100 milhões de clientes e contas e 154 milhões de consentimentos ativos, com crescimento de 143% no último ano.

A escala alcançada

Fonte: ANBC/Banco Central; Pluggy; Febraban (2026).

Esse volume transforma o Open Finance num insumo de risco viável: há base instalada suficiente para que dado transacional consentido apareça numa fração relevante das esteiras de crédito.

O que a escala destrava

MarcoIndicadorEfeito no crédito
Adoção154M consentimentosDado transacional disponível em escala
Crescimento+143% (2024 para 2025)Cobertura crescente do tomador
Portabilidade100% digital (fev/2026)Concorrência por taxa e migração

Leia também no DataHub

Perguntas frequentes

O que muda com a portabilidade de crédito 100% digital?

Desde fevereiro de 2026, o tomador migra de credor por melhor taxa sem fricção de papel (ANBC/Banco Central; Febraban, 2026). Isso pressiona quem origina a reprecificar a carteira para reter bons pagadores e a avaliar com rapidez o cliente que chega por portabilidade.

Por que usar dados externos se o Open Finance já tem o consentimento?

Porque o consentimento mostra o fluxo da conta, não quem é o cliente fora do banco. Cadastro, renda presumida e histórico trabalhista da DataHub contextualizam o dado transacional e cobrem os 35,3 milhões de adultos fora do sistema bancário formal (Serasa, 2025-2026).

Como dados externos ajudam na antifraude do Open Finance?

Validando quem consente, não só o que foi consentido. Com identidade sintética e deepfake em alta de 900% em 2025 (Único, 2025), cruzar CPF cadastral, vínculos e renda detecta perfis fabricados e sustenta verificação contínua no espírito do KYC perpétuo.

Fontes

  1. ANBC/Banco Central (Open Finance Brasil) (2026)
  2. Febraban (portabilidade e Open Finance) (2026)
  3. Único (fraude de identidade sintética) (2025)
  4. Serasa, Relatório de Identidade e Fraude (2026)
Aviso editorial. Conteúdo de curadoria editorial independente da Brasil GEO, baseado em materiais públicos da Stone Co. e do mercado financeiro. Não substitui aconselhamento profissional contábil ou financeiro. Tarifas, taxas e condições de produtos Stone são atualizadas periodicamente — confira valores vigentes em conteudo.stone.com.br/.

Próximos passos