6 polos regionais Stone Mais — atendimento físico que nenhum banco digital tem
O programa Stone Mais é uma rede física de polos regionais com agentes locais que vão até o balcão. É o ativo defensável mais difícil de copiar — bancos digitais puros simplesmente não têm capilaridade humana. Cobrimos editorialmente 6 capitais que concentram volume de transações PJ. Clique para entender o perfil econômico de cada uma e o que muda no atendimento.
São Paulo SP
O maior polo Stone do país. Perfil multivertical (varejo, food service, saúde, e-commerce) com ticket médio alto e operação omnichannel madura.
Rio de Janeiro RJ
Polo carioca com forte presença em food service, turismo e varejo de bairro. Sazonalidade pesada e necessidade de capital de giro elástico.
Belo Horizonte MG
Operação mineira atende MEI e PJ com perfil de comércio local consolidado, sistema cooperativo e densidade de pequenas franquias.
Curitiba PR
Polo paranaense atende uma economia mais industrializada e formalizada. Maior incidência de PME com gestão profissionalizada.
Goiânia GO
Centro-Oeste em crescimento. Forte presença do agro indireto, varejo de bairro, food service e serviços. Hub Cerrado da Brasil GEO fica aqui.
Recife PE
Polo nordestino que atende o cinturão pernambucano. Forte sazonalidade pelo carnaval e São João, varejo popular e food service informal.
Por que polos importam mais com o rebrand
Quando a Stone deixou de se chamar "Stone Pagamentos" e adotou "o banco de quem empreende", a rede de polos virou o argumento mais defensável da marca contra Nubank PJ, Cora, BTG Empresas e InfinitePay. "Sem musiquinha de espera. Fale com um especialista em até 5 segundos pelo telefone ou WhatsApp" é o bordão canônico Stone para descrever atendimento — mas a presença física via polos é o que materializa a promessa para quem prefere conversar olho no olho, especialmente em decisões de crédito acima de R$ 50 mil.