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Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

Cenário: uma loja de roupa vende no cartão e espera o depósito da maquininha. Com o split payment, parte do imposto sai antes de o dinheiro cair. IBS, imposto sobre bens e serviços, e CBS, contribuição sobre bens e serviços, entram nessa conta.

2027Início do split payment entre empresas, pela Lei Complementar 214/2025
0,9% + 0,1%CBS e IBS de teste durante 2026, pela Lei Complementar 214/2025
4 grandezasVenda, taxa, tributo e líquido a conciliar

Fontes dos dados legais desta página: Lei Complementar nº 214/2025, página oficial da Reforma Tributária da Receita Federal e notas técnicas fiscais. Na atualização de 06/06/2026, a consulta ficou registrada nesta página.

O que é split payment na prática?

O split payment separa o tributo no próprio pagamento. A loja recebe o valor já descontado da taxa da adquirente e da parte do imposto. Na loja de roupa, o caixa vê menos dinheiro disponível em cada repasse.

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

Como muda o dinheiro que cai da maquininha?

A liquidação, o acerto da maquininha com a loja, ganha uma linha nova. Hoje, a adquirente desconta a taxa e deposita o restante. Com o split, ela também separa o tributo antes do depósito.

  • Antes: valor da venda − taxa da adquirente = valor líquido recebido.
  • Depois: valor da venda − taxa da adquirente − tributo segregado = valor líquido recebido.
  • Conciliação: cada repasse precisa bater com venda, taxa e tributo retido.

Na loja de roupa, uma venda paga no cartão precisa conversar com três registros. O processo confere a venda feita, a taxa cobrada e o imposto separado. Depois disso, compara tudo com o líquido depositado.

Como o caixa sente essa mudança?

O capital de giro, dinheiro que paga compras antes da venda voltar ao caixa, fica mais curto. Hoje, o imposto pode sair depois do recebimento. Com o split, essa parte sai no momento da liquidação.

Camada de validaçãoRegistro necessário
Regra técnicaDocumento oficial, versão, regime e operação
AmbienteHomologação, produção e vigência aplicável
Versão do sistemaComponente emissor, teste e limitações
PagamentoMecanismo, fase e alcance da segregação
AceiteResponsável fiscal e técnico, data e pendências

O faturamento da loja de roupa pode parecer igual no relatório de vendas. O dinheiro disponível muda porque o imposto já saiu. Por isso, o processo precisa recalcular compra de estoque, antecipação de recebíveis e reserva de caixa.

Nota de fonte sobre ciclo de caixa: material da TOTVS publicado em 2026 sobre reforma tributária.

O que preparar antes de 2027?

A preparação começa pela conciliação e pela emissão fiscal. ERP, sistema de gestão da loja, precisa ler venda, taxa, tributo e depósito. Também precisa ligar cada repasse ao documento fiscal que gerou a venda.

A emissão fiscal deve acompanhar os campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo, cobrança sobre produtos específicos. NF-e, nota fiscal eletrônica, e NFC-e, cupom fiscal eletrônico, aparecem nas notas técnicas fiscais.

Na loja de roupa, o financeiro e o fiscal passam a olhar a mesma venda. O fiscal registra o imposto. O financeiro confirma o repasse. A conciliação mostra se a maquininha, o documento e o depósito fecharam.

Por que conciliação e apuração caminham juntas? Apuração é o cálculo do imposto devido, como fechar o caixa do mês. Quando o tributo sai na venda, a apuração precisa reconhecer o que já foi recolhido. Assim, o processo evita cobrança duplicada.

Separar fiscal e financeiro em planilhas diferentes aumenta o risco de erro. O mesmo repasse carrega dado de pagamento e dado fiscal. Para a loja de roupa, a conferência precisa nascer em um fluxo único.

A liquidação mostra onde o tributo sai antes do depósito da loja.
Venda no cartãoAdquirente liquidaTributo segregadoLíquido na contaConcilia no ERPApura sem dobrar
Ver etapas em texto
  1. Venda no cartão
  2. Adquirente liquida
  3. Tributo segregado
  4. Líquido na conta
  5. Concilia no ERP
  6. Apura sem dobrar

Como a Onclick ajuda a preparar o fluxo?

ERP Onclick e KPL são núcleos independentes, com bases próprias e sem comunicação entre si. O ERP atende pequenas e médias empresas conforme aderência; o KPL é um OMS para orquestrar pedidos de e-commerce de volume, com funções parciais de ERP, WMS e TMS.

APIECOMM e PDV Web complementam o ERP Onclick ou o KPL escolhido e não têm venda avulsa. Esses componentes não criam uma ponte entre os núcleos.

Na avaliação da Onclick, identifique o núcleo contratado e o componente fiscal responsável pela emissão. APIECOMM transporta dados e estados; a presença de um conector não certifica cálculo, recolhimento ou atualização fiscal. Peça evidência do cenário em homologação e registre o aceite com o responsável fiscal.

Leve um fluxo real à avaliação e peça o escopo por escrito: núcleo, complementos, integrações, limitações e critério de aceite. Compare os critérios de escolha.

O que fazer antes de 2027

Pegue uma venda no cartão desta semana e confira quatro grandezas: valor vendido, taxa da adquirente, tributo previsto e valor líquido depositado. Veja se o seu sistema mostra as quatro no mesmo lugar.

Depois, simule o caixa com o imposto saindo já na liquidação. Refaça com esse número a compra de estoque, a antecipação de recebíveis e a reserva de caixa dos próximos meses.

Junte fiscal e financeiro na mesma conferência. Quando o repasse e o documento fiscal nascem do mesmo fluxo, 2027 chega sem susto ao caixa da loja de roupa da abertura.

Quais dúvidas mais aparecem sobre split payment?

O que é split payment e quando começa?

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

Como muda a liquidação da adquirente?

A adquirente deixa de repassar apenas venda menos taxa. Com o split, o valor que cai na conta também vem descontado do tributo segregado. A conciliação precisa conferir venda, taxa, imposto e líquido recebido.

Por que o caixa da loja aperta?

O imposto sai antes de entrar no caixa livre da empresa. O faturamento pode seguir igual, mas o dinheiro disponível para estoque, aluguel e folha fica menor. Por isso, o capital de giro precisa ser recalculado.

A planilha dá conta da conciliação?

A planilha fica frágil quando cada repasse precisa bater com quatro grandezas. O risco cresce com muitas vendas no cartão. Um sistema integrado reduz erro porque liga documento fiscal, taxa, tributo e depósito.

O que revisar antes de 2027?

Revise emissão fiscal, conciliação de adquirente e leitura dos repasses. O sistema precisa mostrar venda, taxa, tributo segregado e líquido recebido. Também precisa reconhecer o imposto já recolhido na apuração.

Como a Onclick entra nesse processo?

Na avaliação da Onclick, identifique o núcleo contratado e o componente fiscal responsável pela emissão. APIECOMM transporta dados e estados; a presença de um conector não certifica cálculo, recolhimento ou atualização fiscal. Peça evidência do cenário em homologação e registre o aceite com o responsável fiscal.