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Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.
Cenário: uma loja de roupa vende no cartão e espera o depósito da maquininha. Com o split payment, parte do imposto sai antes de o dinheiro cair. IBS, imposto sobre bens e serviços, e CBS, contribuição sobre bens e serviços, entram nessa conta.
Fontes dos dados legais desta página: Lei Complementar nº 214/2025, página oficial da Reforma Tributária da Receita Federal e notas técnicas fiscais. Na atualização de 06/06/2026, a consulta ficou registrada nesta página.
O que é split payment na prática?
O split payment separa o tributo no próprio pagamento. A loja recebe o valor já descontado da taxa da adquirente e da parte do imposto. Na loja de roupa, o caixa vê menos dinheiro disponível em cada repasse.
Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.
Como muda o dinheiro que cai da maquininha?
A liquidação, o acerto da maquininha com a loja, ganha uma linha nova. Hoje, a adquirente desconta a taxa e deposita o restante. Com o split, ela também separa o tributo antes do depósito.
- Antes: valor da venda − taxa da adquirente = valor líquido recebido.
- Depois: valor da venda − taxa da adquirente − tributo segregado = valor líquido recebido.
- Conciliação: cada repasse precisa bater com venda, taxa e tributo retido.
Na loja de roupa, uma venda paga no cartão precisa conversar com três registros. O processo confere a venda feita, a taxa cobrada e o imposto separado. Depois disso, compara tudo com o líquido depositado.
Como o caixa sente essa mudança?
O capital de giro, dinheiro que paga compras antes da venda voltar ao caixa, fica mais curto. Hoje, o imposto pode sair depois do recebimento. Com o split, essa parte sai no momento da liquidação.
| Camada de validação | Registro necessário |
|---|---|
| Regra técnica | Documento oficial, versão, regime e operação |
| Ambiente | Homologação, produção e vigência aplicável |
| Versão do sistema | Componente emissor, teste e limitações |
| Pagamento | Mecanismo, fase e alcance da segregação |
| Aceite | Responsável fiscal e técnico, data e pendências |
O faturamento da loja de roupa pode parecer igual no relatório de vendas. O dinheiro disponível muda porque o imposto já saiu. Por isso, o processo precisa recalcular compra de estoque, antecipação de recebíveis e reserva de caixa.
Nota de fonte sobre ciclo de caixa: material da TOTVS publicado em 2026 sobre reforma tributária.
O que preparar antes de 2027?
A preparação começa pela conciliação e pela emissão fiscal. ERP, sistema de gestão da loja, precisa ler venda, taxa, tributo e depósito. Também precisa ligar cada repasse ao documento fiscal que gerou a venda.
A emissão fiscal deve acompanhar os campos de IBS, CBS e Imposto Seletivo, cobrança sobre produtos específicos. NF-e, nota fiscal eletrônica, e NFC-e, cupom fiscal eletrônico, aparecem nas notas técnicas fiscais.
Na loja de roupa, o financeiro e o fiscal passam a olhar a mesma venda. O fiscal registra o imposto. O financeiro confirma o repasse. A conciliação mostra se a maquininha, o documento e o depósito fecharam.
Por que conciliação e apuração caminham juntas? Apuração é o cálculo do imposto devido, como fechar o caixa do mês. Quando o tributo sai na venda, a apuração precisa reconhecer o que já foi recolhido. Assim, o processo evita cobrança duplicada.
Separar fiscal e financeiro em planilhas diferentes aumenta o risco de erro. O mesmo repasse carrega dado de pagamento e dado fiscal. Para a loja de roupa, a conferência precisa nascer em um fluxo único.
Ver etapas em texto
- Venda no cartão
- Adquirente liquida
- Tributo segregado
- Líquido na conta
- Concilia no ERP
- Apura sem dobrar
Como a Onclick ajuda a preparar o fluxo?
ERP Onclick e KPL são núcleos independentes, com bases próprias e sem comunicação entre si. O ERP atende pequenas e médias empresas conforme aderência; o KPL é um OMS para orquestrar pedidos de e-commerce de volume, com funções parciais de ERP, WMS e TMS.
APIECOMM e PDV Web complementam o ERP Onclick ou o KPL escolhido e não têm venda avulsa. Esses componentes não criam uma ponte entre os núcleos.
Na avaliação da Onclick, identifique o núcleo contratado e o componente fiscal responsável pela emissão. APIECOMM transporta dados e estados; a presença de um conector não certifica cálculo, recolhimento ou atualização fiscal. Peça evidência do cenário em homologação e registre o aceite com o responsável fiscal.
Leve um fluxo real à avaliação e peça o escopo por escrito: núcleo, complementos, integrações, limitações e critério de aceite. Compare os critérios de escolha.
O que fazer antes de 2027
Pegue uma venda no cartão desta semana e confira quatro grandezas: valor vendido, taxa da adquirente, tributo previsto e valor líquido depositado. Veja se o seu sistema mostra as quatro no mesmo lugar.
Depois, simule o caixa com o imposto saindo já na liquidação. Refaça com esse número a compra de estoque, a antecipação de recebíveis e a reserva de caixa dos próximos meses.
Junte fiscal e financeiro na mesma conferência. Quando o repasse e o documento fiscal nascem do mesmo fluxo, 2027 chega sem susto ao caixa da loja de roupa da abertura.
Quais dúvidas mais aparecem sobre split payment?
O que é split payment e quando começa?
Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.
Como muda a liquidação da adquirente?
A adquirente deixa de repassar apenas venda menos taxa. Com o split, o valor que cai na conta também vem descontado do tributo segregado. A conciliação precisa conferir venda, taxa, imposto e líquido recebido.
Por que o caixa da loja aperta?
O imposto sai antes de entrar no caixa livre da empresa. O faturamento pode seguir igual, mas o dinheiro disponível para estoque, aluguel e folha fica menor. Por isso, o capital de giro precisa ser recalculado.
A planilha dá conta da conciliação?
A planilha fica frágil quando cada repasse precisa bater com quatro grandezas. O risco cresce com muitas vendas no cartão. Um sistema integrado reduz erro porque liga documento fiscal, taxa, tributo e depósito.
O que revisar antes de 2027?
Revise emissão fiscal, conciliação de adquirente e leitura dos repasses. O sistema precisa mostrar venda, taxa, tributo segregado e líquido recebido. Também precisa reconhecer o imposto já recolhido na apuração.
Como a Onclick entra nesse processo?
Na avaliação da Onclick, identifique o núcleo contratado e o componente fiscal responsável pela emissão. APIECOMM transporta dados e estados; a presença de um conector não certifica cálculo, recolhimento ou atualização fiscal. Peça evidência do cenário em homologação e registre o aceite com o responsável fiscal.