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Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

A Reforma Tributária do consumo muda como o varejo calcula impostos sobre vendas. Ela cria a CBS, tributo federal sobre bens e serviços, e o IBS, tributo estadual e municipal sobre bens e serviços. Juntos, eles formam o IVA dual, imposto em duas partes, como duas gavetas do caixa.

2026ano-teste com CBS 0,9% + IBS 0,1%, com recolhimento dispensado pelo art. 348 da LC 214/2025
2027CBS plena, fim de PIS/Cofins, Imposto Seletivo e início do split payment, pagamento dividido na maquininha
2033regime pleno, com ICMS e ISS extintos e IVA dual formado por CBS + IBS
Em resumo

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

O que muda nos impostos do varejo?

A Reforma troca cinco tributos por três. Saem PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Entram CBS, IBS e Imposto Seletivo, que atinge itens definidos em lei, como produtos do fumo, bebidas alcoólicas e bens minerais.

Para a loja, a grande mudança está no crédito. A nota de entrada bem lançada ajuda a abater imposto da venda. Cenário: em uma loja de roupa, compra de mercadoria, energia e serviços precisa entrar com dados corretos.

Como fica o calendário de 2026 a 2033?

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

De 2029 a 2032, o varejo opera dois modelos ao mesmo tempo. O IBS sobe por degraus, enquanto ICMS e ISS caem na mesma proporção. Em 2033, o novo modelo fica pleno.

Em 2026, o erro custa centavos. Em 2029, ele custa margem. A melhor hora para testar cadastro, nota e crédito é o ano-teste.Fonte: síntese editorial sobre o art. 348 da LC 214/2025.

Como isso mexe no caixa da loja?

Dois efeitos financeiros pedem atenção. O primeiro é capturar todos os créditos de CBS e IBS nas entradas. Se a entrada fica mal lançada, o processo deixa dinheiro fora do abatimento permitido.

O segundo é o split payment, pagamento dividido na liquidação da venda. Quando o cliente paga na maquininha ou em outro arranjo, a parte do imposto segue separada para o governo. O líquido chega ao vendedor.

Hoje, o imposto embutido no preço fica no caixa até o vencimento da guia. Com o pagamento dividido, esse intervalo diminui. Na loja de roupa, isso pesa mais em compras parceladas, margem curta e giro rápido.

O que ajustar no ERP em 2026?

A preparação começa pelo sistema de gestão. Atualize o emissor para a Nota Técnica RFB/CGIBS nº 2025.002. Ela criou, no XML (arquivo da nota que o sistema lê), campos para IBS, CBS e Imposto Seletivo.

Depois, revise a NF-e (nota fiscal eletrônica da venda ou compra) e a NFC-e (cupom fiscal eletrônico do balcão). O CF-e-SAT, cupom fiscal do equipamento SAT, saiu de uso no varejo que migrou para NFC-e modelo 65.

Revise o cadastro item a item. Cada SKU (cada variação de produto, como camiseta azul tamanho M) precisa de CST, código da situação tributária, e cClassTrib, código da classe fiscal do produto.

Feche a etapa simulando o pagamento dividido sobre o faturamento. Esse teste mostra quanto capital de giro a loja de roupa precisa manter quando a retenção começar a afetar o caixa.

Quais erros o processo deve evitar?

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

O segundo erro fica no cadastro. NCM, classificação fiscal do produto, CST e cClassTrib genéricos podem gerar nota rejeitada ou crédito menor. O processo precisa tratar cada item como produto real do balcão.

O terceiro erro é olhar só a alíquota. O pagamento dividido muda o tempo do dinheiro no caixa. Por isso, a simulação deve comparar venda, crédito de entrada e data de liquidação.

Camada de validaçãoRegistro necessário
Regra técnicaDocumento oficial, versão, regime e operação
AmbienteHomologação, produção e vigência aplicável
Versão do sistemaComponente emissor, teste e limitações
PagamentoMecanismo, fase e alcance da segregação
AceiteResponsável fiscal e técnico, data e pendências

Fontes: Emenda Constitucional nº 132/2023, Lei Complementar nº 214/2025, Senado Federal, Receita Federal e Nota Técnica RFB/CGIBS nº 2025.002.

O que guardar para agir hoje

  • O ano-teste exige cálculo, destaque e informação dos novos tributos.
  • A dispensa de recolhimento depende do cumprimento correto das obrigações acessórias.
  • O cadastro do produto vira peça central para nota aceita e crédito aproveitado.
  • O pagamento dividido muda o tempo do dinheiro dentro do caixa.
  • A simulação em 2026 ajuda a loja a chegar melhor preparada aos degraus seguintes.

Como a Onclick ajuda na transição?

ERP Onclick e KPL são núcleos independentes, com bases próprias e sem comunicação entre si. O ERP atende pequenas e médias empresas conforme aderência; o KPL é um OMS para orquestrar pedidos de e-commerce de volume, com funções parciais de ERP, WMS e TMS.

APIECOMM e PDV Web complementam o ERP Onclick ou o KPL escolhido e não têm venda avulsa. Esses componentes não criam uma ponte entre os núcleos.

Na avaliação da Onclick, identifique o núcleo contratado e o componente fiscal responsável pela emissão. APIECOMM transporta dados e estados; a presença de um conector não certifica cálculo, recolhimento ou atualização fiscal. Peça evidência do cenário em homologação e registre o aceite com o responsável fiscal.

Leve um fluxo real à avaliação e peça o escopo por escrito: núcleo, complementos, integrações, limitações e critério de aceite. Compare os critérios de escolha.

O que fazer nesta semana

Comece pelo cadastro. Separe os produtos que mais vendem e confira se cada um tem CST e cClassTrib preenchidos, porque é esse par que decide o cálculo de CBS e IBS na nota.

Depois, peça ao fornecedor do sistema a atualização do emissor para a Nota Técnica RFB/CGIBS nº 2025.002 e emita uma nota de teste. Em 2026 o erro custa centavos, e em 2029 ele custa margem.

Por último, olhe as entradas do mês passado e conte quantas notas de compra, energia e serviço entraram com dado completo. Cada entrada mal lançada vira crédito perdido quando a alíquota ficar cheia.

Perguntas frequentes

A Reforma Tributária do consumo já vale?

Campos da nota, cálculo do tributo e segregação financeira do pagamento têm regras próprias. A aplicação depende de norma e versão, regime, operação, ambiente e vigência. Confirme esses dados nas fontes oficiais e com o responsável fiscal antes de parametrizar o sistema.

O que muda para o varejo em 2027?

A CBS entra em alíquota plena, PIS e Cofins acabam, e o Imposto Seletivo começa. O IPI vai a zero, com exceção prevista em lei. Também começa a fase do split payment.

Como funciona a troca de ICMS e ISS pelo IBS?

Entre 2029 e 2032, o IBS sobe por degraus. Ao mesmo tempo, ICMS e ISS caem na mesma proporção. Nesse período, a loja precisa operar regras antigas e novas em paralelo.

O que é o split payment?

É o pagamento dividido. Quando a venda é liquidada, a parcela do imposto segue separada para o governo. A loja recebe o valor líquido, o que muda o tempo do dinheiro no caixa.

O que é o Imposto Seletivo?

É um tributo para bens e serviços definidos em lei, como cigarros, bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas, veículos por critérios ambientais e bens minerais. Quem vende esses itens precisa parametrizar o sistema.

Por que o CF-e-SAT deixou de ser usado?

O varejo migrou para a NFC-e modelo 65 porque o equipamento SAT físico não comportava as atualizações exigidas. O PDV, caixa da loja no sistema, precisa emitir nota no novo leiaute.